A incidência de osteonecrose da fratura do polo proximal com desvio do escafóide é de aproximadamente
- 5%.
- 10%.
- 50%.
- 75%.
- 90%.
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Conceito-chave
O polo proximal do escafoide é irrigado de forma retrógrada, pelos ramos dorsais da artéria radial que entram na cintura e no terço distal e caminham para proximal dentro do osso. Uma fratura proximal com desvio interrompe essa irrigação.
Osteonecrose por localização da fratura (valores aproximados):
| Local | Risco de necrose |
|---|---|
| Tubérculo e terço distal | Praticamente nulo |
| Cintura (terço médio) | Cerca de 30% quando desviada |
| Polo proximal com desvio | Cerca de 50% a 100% em algumas séries; a banca adotou cerca de 50% |
Implicações:
- fraturas do polo proximal, mesmo sem desvio, costumam ser fixadas (parafuso por via dorsal, entrando pelo polo proximal);
- na pseudartrose com polo proximal necrótico, enxerto ósseo vascularizado (1,2 ICSRA, côndilo femoral medial) tem melhores taxas de consolidação;
- a RM com contraste é o exame para avaliar a vitalidade do polo proximal.
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