No enxerto ósseo vascularizado da fíbula , além do ramos da artéria fibular, há participação de outras fontes nutridoras , entre elas o ramo :
- Recorrente da artéria tibial anterior.
- Recorrente da artéria tibial posterior.
- Descendente medial da artéria femoral.
- Descendente lateral da artéria femoral.
- Ascendente medial solear.
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Conceito-chave
A fíbula vascularizada tem irrigação dupla: endosteal e periosteal, ambas da artéria fibular: a artéria nutrícia (entra no terço médio, geralmente um único ramo) e ramos periosteais segmentares ao longo de toda a diáfise. A fíbula livre clássica é retirada com a artéria fibular e funciona com essa irrigação.
A cabeça e a porção proximal da fíbula recebem sangue de outra fonte: a artéria recorrente tibial anterior (e a genicular inferior lateral). Isso tem importância quando se quer levar a fise proximal da fíbula viva (por exemplo, para reconstruir o rádio distal em crianças, com potencial de crescimento): nesse caso, o enxerto deve ser baseado no sistema da tibial anterior.
Cuidados na retirada:
- preservar cerca de 6 a 8 cm da fíbula distal (estabilidade do tornozelo; em crianças, considerar sindesmose para evitar valgo);
- preservar a fíbula proximal para proteger o nervo fibular comum;
- pode incluir ilha de pele (perfurantes septocutâneas da fibular) e músculo (sóleo, flexor longo do hálux).
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