Em relação ao tratamento cirúrgico da contratura em flexão da articulação interfalangiana proximal, as estruturas que devem ser liberadas são :
- Ligamento checkrein e ligamento colateral acessório
- Capsula articular, ligamento checkrein e colateral acessório.
- Capsula articular , ligamento colateral e colateral acessório.
- Ligamento colateral e colateral acessorio.
- Capsula articular, ligamento checkrein e ligamento colateral.
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Conceito-chave
A contratura em flexão da IFP envolve estruturas volares que encurtam. A liberação é feita em sequência, avaliando a extensão após cada passo, até corrigir.
As estruturas, em ordem habitual de liberação:
- bainha flexora (entre as polias A2 e A4, liberando a C1 e A3 se preciso);
- ligamentos de contenção (checkrein), extensões proximais da placa volar até a falange proximal, as principais estruturas da contratura em flexão;
- colaterais acessórios, que se inserem na placa volar;
- cápsula articular volar (placa volar);
- em casos graves, parte do colateral próprio.
O ligamento colateral próprio normalmente é preservado, porque é o estabilizador lateral da articulação; liberá-lo de rotina deixa a IFP instável.
Pós-operatório: órtese de extensão e reabilitação intensa; a recidiva parcial é comum, e o ganho é melhor quando a contratura é mais recente. Na contratura de origem cutânea (por exemplo, Dupuytren), a pele e a corda também precisam ser tratadas.
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