Assinale a alternativa que apresenta o menor risco de uma fratura do escafoide evoluir para uma pseudoartrose.
- Fraturas no 1/3 proximal do escafóide.
- Fraturas com desvio maior que 1 mm.
- Fraturas com início de tratamento maior que quatro semanas
- Fraturas em pacientes fumantes.
- Fraturas no tubérculo do escafoide.
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Conceito-chave
O risco de pseudartrose do escafoide depende principalmente da irrigação do fragmento proximal. A artéria radial entra pelo dorso distal (ramos dorsais, cerca de 70% a 80% da irrigação) e pelo tubérculo (ramos volares, polo distal). O polo proximal recebe sangue de forma retrógrada; quanto mais proximal o traço, maior a chance de necrose e pseudartrose.
Fatores de risco para pseudartrose:
- localização no polo proximal;
- desvio maior que 1 mm ou deformidade em corcunda (humpback), instabilidade;
- atraso no diagnóstico e no tratamento (mais de 4 semanas);
- tabagismo;
- lesões associadas do carpo (perilunar).
Classificação de Herbert (resumo):
| Tipo | Descrição |
|---|---|
| A1 | Fratura do tubérculo |
| A2 | Fratura incompleta da cintura |
| B1 | Oblíqua do terço distal |
| B2 | Completa da cintura |
| B3 | Polo proximal |
| B4 | Fratura-luxação transescafoperilunar |
| C | Retardo de consolidação |
| D | Pseudartrose (D1 fibrosa, D2 esclerótica) |
As fraturas do tubérculo (A1) são extra-articulares, com boa irrigação, e consolidam quase sempre com imobilização curta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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