A classificação de ptose mamária mais usada denomina-se:
- Regnault.
- Pitanguy.
- Collins.
- Baker.
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Conceito-chave
A ptose mamária. É a queda da mama, com o complexo areolopapilar (CAP) descendo em relação ao sulco inframamário. Acontece com o envelhecimento, a gestação, a amamentação, as grandes variações de peso e a perda da elasticidade da pele e dos ligamentos de Cooper.
A classificação de Regnault. É a mais usada. Baseia-se na posição do mamilo em relação ao sulco inframamário.
| Grau | Posição do mamilo |
|---|---|
| I (leve) | No nível do sulco ou até cerca de 1 cm abaixo |
| II (moderada) | De 1 a 3 cm abaixo do sulco, ainda acima do contorno inferior da mama |
| III (grave) | Mais de 3 cm abaixo do sulco, no contorno inferior da mama, apontando para baixo |
| Pseudoptose | Mamilo acima do sulco, mas a glândula caiu abaixo dele |
| Ptose glandular parcial | Mamilo bem posicionado, com parte da glândula descida |
Por que a classificação importa. Ela orienta a cirurgia:
- Pseudoptose e ptose leve: prótese mamária (aumento) ou pequenas ressecções.
- Ptose moderada a grave: mastopexia, que reposiciona o CAP e remodela a glândula, com ou sem prótese.
As outras classificações das alternativas.
- Baker: classifica a contratura capsular após o implante mamário (grau I: mama macia e natural; II: um pouco firme; III: firme e visivelmente alterada; IV: dura, dolorosa e deformada).
- Pitanguy: Ivo Pitanguy descreveu técnicas clássicas de mamoplastia redutora e de mastopexia, e não a classificação de ptose mais usada.
- Collins: não corresponde a uma classificação consagrada de ptose mamária.
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