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Questão de Instabilidade do carpo (TARO 2013)

Mão e punhoInstabilidade do carpoTARO 2013

Na classificação da instabilidade cárpica de DOBYNS e COONEY, encontra-se correlação entre

  1. fratura do rádio e V.I.S.I.
  2. fratura do escafoide e D.I.S.I.
  3. dissociação escafolunar e V.I.S.I.
  4. dissociação lunopiramidal e D.I.S.I.
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Gabarito: B · fratura do escafoide e D.I.S.I.

Conceito-chave

Uma fratura instável do escafoide pode desfazer a ponte mecânica entre as fileiras do carpo. Seu fragmento distal flete, enquanto o proximal estende acompanhando o semilunar. Esse desequilíbrio produz DISI, instabilidade dorsal do segmento intercalado, na qual o semilunar está em extensão.

O semilunar normalmente equilibra a tendência flexora do escafoide com a extensora do piramidal. A ruptura escafossemilunar ou a interrupção da continuidade do escafoide permite predomínio do lado do piramidal. Já a falha lunopiramidal retira a influência extensora e favorece VISI, com o semilunar em flexão; a deformidade fixa exige também perda de contenção secundária.

A correlação da questão deve ser lida com essa condição de instabilidade. Não significa que qualquer fratura alinhada do escafoide apresente DISI, nem que toda fratura do rádio determine um único padrão de desalinhamento. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de pseudartrose, Padrões de instabilidade e Dissociação lunopiramidal.

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