A imagem a seguir demonstra a técnica de sutura de tendões flexores conhecida como:

- Cross-stitch.
- 4 fios de LEE.
- MASON-ALLEN.
- TSUGE modificada.
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Conceito-chave
Reparo dos tendões flexores
| Componente | Papel |
|---|---|
| sutura central (nuclear) | suporta a maior parte da carga; resistência proporcional ao número de fios que cruzam o foco (2, 4, 6) |
| sutura epitendínea contínua | regulariza a superfície (desliza na bainha) e aumenta a resistência em cerca de 50% |
O que torna o reparo mais forte
- Mais fios cruzando o foco (4 a 6 fios permitem movimento ativo precoce).
- Fio mais calibroso (3-0 ou 4-0), pegas de cerca de 1 cm a partir do corte.
- Pegas bloqueantes (locking) e sutura dorsal (mais forte).
- Epitendínea bem feita (cruzada ou bloqueada é mais forte que a simples contínua).
Por que importa
- Reparo forte permite mobilização precoce, que evita aderências.
- O reparo enfraquece nas primeiras 1 a 3 semanas (amolecimento) antes de ganhar força.
Suturas epitendíneas
| Técnica | Característica |
|---|---|
| simples contínua | mais fraca |
| cross-stitch (Silfverskiöld) | cruzes sucessivas, a mais resistente, superfície lisa |
| interlocking horizontal | resistente |
- Passagens a 3 a 5 mm do reparo, espaçadas 1,5 a 2 mm.
Centrais (não periféricas)
- Lee (4 fios), Tsuge, Kessler, Strickland, cruciate.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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