Na doença de Kienbock, o padrão mais comum de fratura do osso semilunar acomete o polo:
- Distal.
- Anterior.
- Proximal.
- Posterior
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na doença de Kienböck, o semilunar sofre necrose avascular: o osso perde a circulação, fica frágil e, com a carga do punho, acaba fraturando e colapsando. A classificação de Lichtman acompanha essa evolução, da ressonância alterada (I) à esclerose (II), ao colapso (III) e à artrose (IV).
Onde o semilunar costuma quebrar: o padrão mais comum é a fratura do polo anterior (volar). A parte volar do semilunar é a que recebe mais cisalhamento quando o capitato empurra de baixo e o rádio segura de cima, por isso é onde a linha de fratura aparece com mais frequência. Há também fraturas coronais que separam o osso em dois fragmentos (estágio IIIC de Lichtman).
Por que importa: um semilunar fragmentado muda o tratamento. Procedimentos que tentam salvar o osso (encurtamento do rádio, enxertos vascularizados) funcionam melhor com o semilunar inteiro. Com fragmentação, ganham espaço as opções de salvamento, como a ressecção da fileira proximal ou as artrodeses parciais.
Como ver: a radiografia mostra o colapso, mas a tomografia é o melhor exame para enxergar a linha de fratura e os fragmentos.
Na prova: fratura mais comum do semilunar no Kienböck = polo anterior.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo