Na polidactilia do polegar, segundo a classificação de WASSEL, o procedimento de BILHAUT-CLOQUET é indicado para correção nos tipos:
- I e II.
- II e III.
- III e IV.
- IV e V.
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Conceito-chave
Na duplicação do polegar, a estratégia de correção depende do tamanho dos dois polegares e do nível da duplicação (classificação de Wassel).
A regra geral: quando um polegar é menor, resseca-se o menos desenvolvido (geralmente o radial) e reconstrói-se o que fica, com o colateral radial e a musculatura tenar. É o que se faz na maioria dos tipos, inclusive no tipo IV, o mais comum.
O procedimento de Bilhaut-Cloquet é diferente: quando os dois polegares são pequenos e de tamanho parecido, nenhum deles sozinho daria um polegar bom. Retira-se uma cunha central e unem-se as metades externas dos dois, formando um polegar de largura adequada, com osso e unha de ambos.
Indicação clássica: duplicações distais, Wassel I e II (falange distal bífida ou duplicada).
Desvantagens:
sulco ou deformidade na unha, onde as duas metades se juntam;
rigidez da articulação e desvio angular;
risco de lesão da fise.
Modificações (de Baek, de Tonkin) poupam a articulação ou a unha para reduzir esses problemas.
Na prova: Bilhaut-Cloquet = Wassel I e II, com polegares de tamanho semelhante.
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