Para a realização do retalho fasciocutâneo do antebraço, conhecido como “retalho chinês” para cobertura cutânea, é essencial a avaliação prévia do teste clínico descrito por:
- Allen.
- Littler.
- Foucher.
- Benedict.
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Conceito-chave
O retalho chinês (retalho antebraquial radial) é um retalho fasciocutâneo da face volar do antebraço, nutrido pela artéria radial. Pode ser usado em ilha, com fluxo reverso para cobrir a mão e o punho, ou como retalho livre microcirúrgico.
O ponto crítico: para levantar o retalho, a artéria radial é sacrificada. Depois disso, a mão fica dependendo só da artéria ulnar e dos arcos palmares.
Por isso o teste de Allen é obrigatório antes:
comprimir as artérias radial e ulnar no punho;
abrir e fechar a mão até ela empalidecer;
soltar só a ulnar e ver se a mão fica rosada em menos de 5 a 7 segundos.
Se a ulnar sozinha não reperfunde a mão a tempo, o retalho está contraindicado. Na dúvida, complementa-se com Doppler ou angiotomografia.
Desvantagens do retalho chinês: o sacrifício de uma artéria principal e a área doadora visível no antebraço, geralmente fechada com enxerto de pele.
Os outros nomes: Littler descreveu o retalho em ilha neurovascular e a reconstrução do ligamento retinacular oblíquo; Foucher descreveu o retalho *kite* (da 1ª artéria metacarpal dorsal) para o polegar; Benedict dá nome à mão da bênção, um sinal neurológico.
Na prova: antes do retalho chinês = teste de Allen.
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