Na figura a seguir, a estrutura indicada pela seta é o músculo:

- Extensor do dedo mínimo.
- Extensor comum dos dedos.
- Extensor radial curto do carpo.
- Extensor radial longo do carpo.
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Conceito-chave
Compartimentos extensores
| Nº | Conteúdo | Clínica |
|---|---|---|
| 1 | abdutor longo (mais radial/volar) e extensor curto do polegar | De Quervain |
| 2 | extensores radiais longo (mais radial) e curto do carpo | interseção |
| 3 | ELP (contorna o Lister) | ruptura após fratura do rádio |
| 4 | extensor comum, extensor do indicador, NIP | sinovite reumatoide |
| 5 | extensor do mínimo | Vaughan-Jackson (primeiro a romper) |
| 6 | EUC | subluxação, tendinite |
2º compartimento
- ERLC insere-se na base do 2º MC e fica mais radial.
- ERCC insere-se na base do 3º MC e fica mais ulnar; é o extensor mais "puro" do punho.
- Separado do 3º pelo tubérculo de Lister.
Síndromes de interseção
- Proximal: 1º sobre o 2º (4 a 6 cm do Lister).
- Distal: ELP sobre o 2º (no Lister).
Paralisia do NIP
- O ERLC é inervado pelo radial antes do supinador; ERCC (em geral) e EUC dependem do NIP ou estão fora.
- Punho ainda estende, mas em desvio radial.
ERCC além do punho
- Origem no epicôndilo lateral: sede da epicondilite lateral.
- Borda medial tendínea: ponto de compressão do NIP (túnel radial).
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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