Na neuropatia compressiva do ulnar, o nervo encontra-se em tensão máxima com o cotovelo em:
- Flexão e pronação máximas.
- Flexão e supinação máximas.
- Extensão e pronação máximas.
- Extensão e supinação máximas.
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Conceito-chave
O nervo ulnar passa atrás do epicôndilo medial, dentro do túnel cubital. O teto do túnel é o ligamento de Osborne (banda entre as duas cabeças do flexor ulnar do carpo).
O que acontece quando o cotovelo dobra:
o nervo, que passa atrás do eixo de flexão, é esticado e se alonga vários milímetros;
o ligamento de Osborne fica tenso e o túnel muda de forma oval para elíptica, ficando mais estreito;
a pressão dentro do túnel aumenta muito.
A pronação soma tensão ao nervo. Por isso, a posição de tensão máxima é flexão e pronação máximas do cotovelo e do antebraço (com o punho estendido e o ombro abduzido, a tensão aumenta ainda mais).
Na clínica:
os sintomas pioram ao dormir com o cotovelo dobrado e ao usar o celular;
o teste de flexão do cotovelo: flexão máxima com o punho estendido por 60 segundos reproduz o formigamento no 4º e 5º dedos;
o tratamento inicial inclui órtese noturna com o cotovelo quase estendido.
Pontos de compressão do ulnar, de proximal para distal: arcada de Struthers, septo intermuscular medial, epicôndilo medial, túnel cubital (Osborne), entre as cabeças do flexor ulnar do carpo e a aponeurose flexora-pronadora.
Na prova: tensão máxima no ulnar = cotovelo em flexão e pronação máximas.
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