Na instabilidade carpal, segundo MAYFIELD, o estágio III se caracteriza
- pela instabilidade radio semilunar.
- pela instabilidade semilunopiramidal.
- pela luxação capitato semilunar.
- pelo sinal de TERRY THOMAS.
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Conceito-chave
O estágio III de Mayfield se reconhece pela instabilidade semilunopiramidal. A energia já comprometeu o lado escafossemilunar e deslocou o capitato para dorsal; agora rompe a ligação do semilunar com o piramidal, do lado ulnar.
A progressão é importante porque o semilunar pode continuar na fossa do rádio, mesmo com grande desorganização do carpo à sua volta. Só no IV ele próprio gira para palmar após falha da contenção radiocárpica dorsal. Assim, a posição do semilunar em relação ao rádio não deve ser confundida com a estabilidade de suas articulações vizinhas.
Há ainda um distrator radiográfico: o sinal de Terry Thomas é o aumento do intervalo escafossemilunar. Ele aponta a dissociação do lado radial, e não é o achado específico da ruptura ulnar do estágio III. Fonte secundária: resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de Mayfield e de dissociação escafossemilunar.
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