Em relação ao exame clínico da deformidade da articulação interfalangeana proximal é realizado o teste de flexão ativa de
- SMITH na deformidade de dupuytren..
- ELSON na deformidade de dupuytren.
- SMITH na deformidade da mão reumatoide.
- ELSON na deformidade da mão reumatoide.
- ZANCOLLI na deformidade em garra na hanseníase.
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Conceito-chave
Na interfalângica proximal (IFP), vários testes ajudam a descobrir a causa de uma deformidade. Cada teste tem sua doença e seu objetivo:
teste de flexão ativa de Smith: usado na doença de Dupuytren. Observa-se se a contratura da IFP muda com a flexão ativa do dedo. Isso ajuda a separar uma limitação articular fixa (a cápsula e a placa volar já encurtaram) de uma deformidade causada só pela corda. É importante para planejar a cirurgia: se a articulação está presa, pode ser preciso liberá-la além de retirar a corda;
teste de Elson: usado na botoeira. Com a IFP dobrada a 90° na borda da mesa, o paciente tenta estendê-la contra resistência. Se a interfalângica distal fica rígida em extensão, a banda central está rompida;
teste de Bouvier (manobra de Zancolli): usado na garra por paralisia dos intrínsecos, como na hanseníase. Bloqueando a hiperextensão da metacarpofalângica, verifica-se se as interfalângicas conseguem estender; se conseguem, a garra é corrigível;
Bunnell-Littler: avalia a retração dos músculos intrínsecos;
Haines-Zancolli: avalia o ligamento retinacular oblíquo.
Na prova: o teste de flexão ativa da IFP de Smith é usado na deformidade de Dupuytren.
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