A ruptura traumática de tendões flexores na zona V podem ser reparadas preferencialmente, sem a necessidade de enxerto em até
- 4 semanas
- 5 semanas
- 6 semanas
- 7 semanas
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Conceito-chave
Quando um tendão flexor é cortado, o músculo ao qual ele pertence se contrai e puxa a ponta do tendão para longe. Com o passar das semanas, o músculo sofre contratura miostática: ele se adapta à nova posição, encurta e perde a elasticidade. Depois de um certo tempo, as duas pontas não se aproximam mais sem uma tensão excessiva.
As zonas dos flexores (classificação de Verdan):
I: além da inserção do flexor superficial, onde só passa o profundo;
II: dentro da bainha dos dedos, onde passam os dois flexores juntos, a chamada "terra de ninguém";
III: na palma;
IV: dentro do túnel do carpo;
V: no punho e no antebraço distal.
O prazo na zona V: o reparo direto (sutura das pontas) geralmente ainda é possível até cerca de 4 semanas. Depois disso, a contratura do músculo impede a aproximação, e é preciso:
um enxerto de tendão entre as pontas;
uma transferência de outro tendão;
ou suturar o tendão a um tendão vizinho que funcione (sutura látero-lateral).
Uma lesão típica da zona V: o corte de vários tendões, nervos e artérias de uma vez no punho (às vezes chamado de "punho em espaguete"). Nesses casos, o resultado final depende principalmente da recuperação dos nervos mediano e ulnar, mais do que dos tendões.
Na prova: a ruptura de flexores na zona V pode ser reparada sem enxerto até cerca de 4 semanas.
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