A síndrome do desfiladeiro torácico está associada à luxação
- glenoumeral.
- escapulotorácica.
- esternoclavicular.
- acromioclavicular.
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Conceito-chave
O desfiladeiro torácico é o caminho que o plexo braquial, a artéria e a veia subclávias percorrem entre o pescoço e a axila. Um dos pontos estreitos é o espaço costoclavicular, entre a clavícula e a primeira costela. Qualquer coisa que desloque ou engrosse a parte medial da clavícula pode comprimir essas estruturas.
A luxação esternoclavicular posterior: a articulação esternoclavicular une a ponta medial da clavícula ao esterno. Quando a clavícula luxa para trás, sua ponta entra no mediastino superior e pode comprimir:
os vasos subclávios e o plexo braquial;
a traqueia (falta de ar);
o esôfago (dificuldade para engolir).
Por isso, a luxação esternoclavicular posterior é uma urgência. Sinais de alarme: falta de ar, dificuldade para engolir, inchaço e congestão das veias do pescoço e do braço, pulsos alterados.
Conduta: tomografia com contraste para ver a relação com os vasos, e redução (fechada, puxando a clavícula para a frente, ou aberta) com um cirurgião torácico disponível, pelo risco de lesão vascular.
Um detalhe em jovens: a placa de crescimento da ponta medial da clavícula é a última a fechar no corpo, por volta dos 25 anos. Em jovens, o que parece luxação pode ser um descolamento dessa placa.
Outras causas ortopédicas de desfiladeiro: calo exuberante ou consolidação torta de fratura da clavícula e costela cervical.
Na prova: a síndrome do desfiladeiro torácico pode se associar à luxação esternoclavicular, especialmente a posterior.
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