Na síndrome do túnel radial, a compressão do nervo interósseo posterior ocorre
- no ventre do músculo braquial.
- na origem do músculo anconeu.
- no ventre do músculo pronador redondo.
- na origem do músculo extensor radial curto do carpo.
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Conceito-chave
O nervo radial, ao chegar ao cotovelo, se divide em um ramo superficial (sensitivo) e no nervo interósseo posterior (motor), que inerva os extensores do punho e dos dedos. O túnel radial é o caminho que o nervo percorre ao redor da cabeça do rádio até atravessar o músculo supinador.
Os cinco pontos de compressão no túnel radial:
bandas fibrosas na frente da articulação entre rádio e capítulo;
a alça de Henry: vasos recorrentes radiais que cruzam o nervo;
a borda medial tendínea do extensor radial curto do carpo, que pode comprimir o nervo, sobretudo com o antebraço em pronação e o punho dobrado;
a arcada de Frohse: a borda de cima do músculo supinador, o ponto mais comum;
a borda de baixo do supinador.
As duas síndromes:
síndrome do túnel radial: dor no antebraço proximal, cerca de 3 a 4 dedos abaixo do epicôndilo lateral, sem fraqueza;
síndrome do interósseo posterior: fraqueza: os dedos não estendem (dedos caídos), e o punho estende desviando para radial, porque o extensor radial longo do carpo, inervado antes, continua funcionando. Não há perda de sensibilidade.
Diferencial com a epicondilite lateral (cotovelo de tenista): na epicondilite, a dor é em cima do epicôndilo; no túnel radial, ela fica mais abaixo, sobre o músculo.
Na prova: um dos pontos de compressão do interósseo posterior é a borda (origem) do extensor radial curto do carpo.
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