A doença de DUPUYTREN caracteriza-se por
- ter acometimento simétrico.
- ser mais frequente em orientais.
- acometer 10 vezes mais os homens.
- ter relação com corticoterapia.
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Conceito-chave
A doença de Dupuytren é uma doença da fáscia palmar em que nódulos e cordas puxam os dedos em flexão. Sua epidemiologia é muito cobrada.
Os dados principais:
sexo: predomina muito nos homens, cerca de 10 para cada mulher nas séries clássicas. Nas mulheres começa mais tarde e evolui mais devagar, e a diferença diminui em idades avançadas;
etnia: muito mais comum em pessoas de ascendência do norte da Europa (chamada às vezes de "doença dos vikings"); é rara em asiáticos e africanos;
idade: aumenta a partir dos 40 a 50 anos;
herança: tende a ocorrer em famílias, com herança autossômica dominante e expressão variável;
lateralidade: muitas vezes bilateral, mas assimétrica, com uma mão bem mais acometida.
Fatores associados: diabetes, álcool, tabagismo, epilepsia (e alguns anticonvulsivantes) e trabalho com vibração.
Sobre o corticoide: ele não causa Dupuytren. Ao contrário, a infiltração de corticoide pode ser usada para reduzir nódulos dolorosos no início da doença.
Tratamentos: observação quando só há nódulo; secção da corda com agulha; colagenase; e cirurgia (fasciectomia), que é o tratamento padrão quando há contratura importante.
Na prova: a doença de Dupuytren acomete cerca de 10 vezes mais os homens.
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