Na cobertura cutânea da mão, o pedículo do retalho da artéria interóssea posterior é identificado entre os músculos:
- extensor dos dedos e supinador
- extensor ulnar do carpo e supinador
- extensor dos dedos e extensor do quinto dedo
- extensor ulnar do carpo e extensor do quinto dedo
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Conceito-chave
Feridas no dorso da mão, na primeira comissura (o espaço entre polegar e indicador) e no punho muitas vezes expõem tendões ou ossos e precisam de um retalho: um pedaço de pele e tecido levado com sua própria circulação para cobrir a área.
O retalho da artéria interóssea posterior: é um retalho fasciocutâneo (pele com a fáscia por baixo) retirado do dorso do antebraço. A grande vantagem é que ele não sacrifica as artérias principais da mão, a radial e a ulnar.
Como ele recebe sangue: a artéria interóssea posterior corre no dorso do antebraço e, perto do punho, se comunica com a artéria interóssea anterior. Usando essa comunicação, o retalho pode ser girado com o fluxo invertido (o sangue chega de baixo para cima), alcançando a mão.
Onde está o pedículo: a artéria corre no septo entre o extensor ulnar do carpo e o extensor do dedo mínimo. Para marcar na pele, traça-se uma linha do epicôndilo lateral até a cabeça da ulna; os vasos que sobem para a pele (perfurantes) ficam ao longo dessa linha, principalmente no terço médio.
Cuidados:
preservar o ramo motor do nervo interósseo posterior, que corre mais fundo e inerva o extensor ulnar do carpo e o extensor do mínimo;
conferir a comunicação com a interóssea anterior antes de levantar o retalho, porque há variações anatômicas.
Na prova: o pedículo do retalho interósseo posterior fica entre o extensor ulnar do carpo e o extensor do quinto dedo.
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