Na dissociação entre o escafoide e o semilunar, no mecanismo de trauma, ocorre hiperextensão do punho, desvio:
- ulnar e pronação do carpo
- ulnar e supinação do carpo
- radial e pronação do carpo
- radial e supinação do carpo
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Conceito-chave
A dissociação escafossemilunar começa quando dois ossos vizinhos deixam de transmitir a força como uma unidade. Na hiperextensão com desvio ulnar e supinação intercarpal, a fileira distal força o escafoide a estender, enquanto o semilunar é contido pelos ligamentos palmares que o prendem ao antebraço. Essa diferença de movimento tensiona o ligamento entre eles e pode rompê-lo. É a primeira etapa da instabilidade perilunar progressiva de Mayfield.
A supinação citada é intercarpal: descreve a torção entre partes do carpo. Não basta trocar mentalmente o movimento pela posição do antebraço. No mecanismo invertido, a combinação muda para hiperextensão, desvio radial e pronação, e a lesão começa do lado lunopiramidal.
Com o escafossemilunar rompido, o escafoide tende a fletir, mas a deformidade estática depende também dos estabilizadores secundários. Assim, o mecanismo orienta a suspeita, sem dispensar o estudo da estabilidade. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de dissociação escafossemilunar e Mayfield.
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