Na sindactilia, na sua forma simples, normalmente encontra-se:
- alterações na epiderme
- vaso e nervo digital duplicados
- fusão óssea somente na falange distal
- inserção anômala do tendão flexor superficial dos dedos
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Conceito-chave
Sindactilia é a união de dois ou mais dedos vizinhos, porque eles não se separaram durante a formação da mão no embrião. É uma das malformações congênitas mais comuns da mão, mais frequente entre o médio e o anelar.
Como se classifica:
pela extensão: completa, quando os dedos estão unidos até a ponta, muitas vezes com as unhas fundidas; ou incompleta, quando a união não chega à ponta;
pelo tecido envolvido: simples, quando a união é só de pele e tecido subcutâneo; ou complexa, quando também há fusão óssea, geralmente entre as falanges distais;
complicada: quando há anomalias associadas, como ossos extras, tendões anormais ou feixe vascular único, como na síndrome de Apert.
Na sindactilia simples: como a ponte é só de partes moles, cada dedo mantém sua própria artéria e seu próprio nervo digital. Os feixes vasculonervosos estão duplicados e normais. Isso permite separar os dedos sem sacrificar a circulação de nenhum. O cuidado é que a bifurcação da artéria pode ser mais distal que o normal, o que limita o quanto se pode aprofundar o espaço entre os dedos.
Na cirurgia: separa-se um lado de cada dedo por vez, para não comprometer a circulação; a comissura é refeita com um retalho do dorso, e as áreas sem pele recebem enxerto, porque a pele existente é insuficiente para cobrir os dois dedos.
Na prova: na sindactilia simples, a união é só de partes moles, e os vasos e nervos digitais estão duplicados.
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