A ruptura aguda do tendão patelar é mais frequente em
- jovens atletas.
- sedentários de meia idade.
- desportistas de meia idade.
- pacientes com doença do colágeno.
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Conceito-chave
Um atleta jovem sente um estalo durante uma contração forte do quadríceps e perde a extensão ativa do joelho. Nesse cenário, o tendão patelar é uma estrutura a examinar: sua ruptura predomina abaixo dos 40 anos, enquanto a quadricipital é mais característica depois dessa idade. Entre os perfis oferecidos, a alternativa A é a melhor.
O tendão patelar transmite a força da patela à tuberosidade tibial. A sobrecarga típica é excêntrica, com o joelho fletido: o quadríceps contrai para resistir à carga do corpo, mas o conjunto é alongado. O resumo relaciona muitas rupturas a microtrauma e degeneração prévios, com pródromos de tendinopatia em parte dos atletas. Ser jovem ou forte não torna o tendão imune (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Quem rompe e por quê”).
Na ruptura, a perda da continuidade central costuma alcançar os retináculos, eliminando a extensão ativa. Sem a contenção distal, o quadríceps traciona a patela para cima: patela alta no perfil é uma pista. Exame funcional e imagem se complementam; idade isolada não fecha diagnóstico.
A comparação útil é patelar no jovem atleta versus quadricipital no paciente mais velho com degeneração ou doença sistêmica. São padrões de maior frequência, não exclusões: um paciente com doença sistêmica também pode romper o patelar.
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