Na reconstrução do ligamento cruzado posterior, a complicação mais frequente é a
- perda da flexão.
- perda da extensão.
- instabilidade posterior.
- instabilidade póstero-lateral.
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Conceito-chave
A estabilidade anterior pode ficar satisfatória depois da reconstrução dos cruzados e ainda haver instabilidade posterior, alternativa C. Cada teste pergunta por uma direção de frouxidão; normalizar um não garante normalizar o outro.
O LCP responde pela maior parte da restrição à translação posterior. O canto posterolateral também contribui: na biomecânica descrita, a 90 graus a secção do LCP produz 5 a 11 mm de frouxidão; a associação com secção do canto chega a 15 a 21 mm. Assim, uma lesão combinada não reconhecida pode sobrecarregar a reconstrução e deixar posteriorização residual (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “O que cada estrutura segura”).
O resumo apresenta uma série de reconstruções combinadas na qual só 46% normalizaram a gaveta posterior, apesar de 94% normalizarem Lachman e pivot shift. Esse contraste sustenta a atenção à frouxidão posterior, mas não deve ser transformado em incidência geral de uma técnica isolada.
Na avaliação pós-operatória, movimento e estabilidade são eixos complementares. Falta de flexão ou extensão pode limitar muito a função, mas não é sinônimo de insuficiência do enxerto nem substitui a medida da gaveta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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