Na fratura periprotética do joelho
- a haste retrograda é uma opção de tratamento
- no tipo II de RORABECK, o componente tibial é instável
- fraturas da tíbia, abaixo do componente tibial, são as mais frequentes a
- placa bloqueada é tratamento indicado no tipo III de RORABECK
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Primeiro, identifique osso e estabilidade. A fratura periprotética mais frequente ao redor da artroplastia total do joelho acomete o fêmur distal, proximal ao componente femoral. Antes de escolher a síntese, deve-se determinar se o implante permanece fixo. A classificação de Rorabeck foi criada para essas fraturas femorais, não para descrever a estabilidade do componente tibial.
Rorabeck em três tipos. O tipo I é fratura sem desvio importante com componente femoral estável; o II é desviada com componente estável; o III apresenta componente femoral solto, com ou sem desvio. Nos tipos com prótese fixa, placa bloqueada e haste retrógrada são possibilidades conforme o padrão de fratura e a geometria do implante. A haste requer caixa femoral aberta e entrada compatível.
Prótese solta muda a solução. No tipo III, fixar apenas a fratura com placa não corrige a falha do componente. Costuma-se planejar revisão com haste que ultrapasse a fratura, ou reconstrução mais extensa quando há pouco osso distal. Fraturas periprotéticas tibiais são menos comuns e seguem outra lógica classificatória.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo