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Questão de Artroplastia total do joelho (Ortopedia)

JoelhoArtroplastia total do joelhoOrtopedia

Na fratura periprotética do joelho

  1. a haste retrograda é uma opção de tratamento
  2. no tipo II de RORABECK, o componente tibial é instável
  3. fraturas da tíbia, abaixo do componente tibial, são as mais frequentes a
  4. placa bloqueada é tratamento indicado no tipo III de RORABECK
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Gabarito: A · a haste retrograda é uma opção de tratamento

Conceito-chave

Primeiro, identifique osso e estabilidade. A fratura periprotética mais frequente ao redor da artroplastia total do joelho acomete o fêmur distal, proximal ao componente femoral. Antes de escolher a síntese, deve-se determinar se o implante permanece fixo. A classificação de Rorabeck foi criada para essas fraturas femorais, não para descrever a estabilidade do componente tibial.

Rorabeck em três tipos. O tipo I é fratura sem desvio importante com componente femoral estável; o II é desviada com componente estável; o III apresenta componente femoral solto, com ou sem desvio. Nos tipos com prótese fixa, placa bloqueada e haste retrógrada são possibilidades conforme o padrão de fratura e a geometria do implante. A haste requer caixa femoral aberta e entrada compatível.

Prótese solta muda a solução. No tipo III, fixar apenas a fratura com placa não corrige a falha do componente. Costuma-se planejar revisão com haste que ultrapasse a fratura, ou reconstrução mais extensa quando há pouco osso distal. Fraturas periprotéticas tibiais são menos comuns e seguem outra lógica classificatória.

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