O fator mais importante para a luxação recidivante da patela é
- o sulco troclear.
- a forma da patela.
- o trofismo do músculo vasto medial oblíquo.
- a competência do ligamento patelofemoral medial.
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Conceito-chave
O freio antes do encaixe. Perto da extensão, a patela ainda está pouco contida pelo sulco troclear. O ligamento patelofemoral medial, ou LPFM, restringe sua translação lateral nesse intervalo. Ele costuma ser lesado na luxação lateral, e reconstruí-lo é um componente frequente do tratamento da instabilidade recorrente.
Por que um freio só não explica tudo. Quando a tróclea é rasa ou displásica, a contenção óssea continua deficiente mesmo que o LPFM seja reparado. Patela alta retarda o encaixe no sulco; lateralização da tuberosidade tibial, desalinhamento e torções modificam o vetor de tração. O vasto medial oblíquo contribui dinamicamente, mas seu trofismo isolado não substitui a avaliação anatômica.
Decidir conforme a causa. A reconstrução do LPFM pode bastar em muitos casos, mas displasia de alto grau ou alterações ósseas importantes exigem planejamento adicional. É útil separar duas perguntas: qual estrutura impede o deslocamento nos primeiros graus de flexão e quais características elevam a chance de uma nova luxação.
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