A ruptura do tendão do quadríceps é mais comumente associada a
- uremia, diabetes e hiperparatireoidismo.
- uremia, diabetes e hipocalciúria.
- uremia, hiperparatireoidismo e hipocalciúria.
- diabetes, hiperparatireoidismo e hipocalciúria.
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Conceito-chave
Ruptura com pouca energia pede investigação. Um tendão quadricipital pode romper após grande carga excêntrica, mas lesão espontânea ou bilateral sugere fragilidade prévia. Uremia por doença renal crônica, diabetes e hiperparatireoidismo são associações clássicas. Corticoides, doenças inflamatórias, gota e tendinopatia também podem contribuir; o risco individual não se deduz de um único exame laboratorial.
Como essas doenças participam. A doença renal e a uremia alteram o metabolismo e a qualidade dos tecidos. O hiperparatireoidismo, muitas vezes secundário à doença renal, favorece alterações ósseas na inserção tendínea. No diabetes, mudanças do colágeno e da microcirculação prejudicam o tendão. Ao avaliar uma ruptura bilateral ou após trauma mínimo, faz sentido revisar medicações, função renal, metabolismo mineral e glicemia.
O distrator. Hipocalciúria significa excreção urinária reduzida de cálcio; não é a condição sistêmica clássica associada à ruptura quadricipital. Ela não deve ser confundida com alterações de cálcio e paratormônio que podem acompanhar a doença renal.
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