Um parafuso de 6 mm de diâmetro, comparado a um de 3 mm do mesmo material, é mais resistente à quebra por torque excessivo na inserção em cerca de
- 2 vezes, e a quebra ocorre mais na ponta.
- 4 vezes, e a quebra ocorre mais na ponta.
- 8 vezes, e a quebra ocorre mais na junção entre cabeça e rosca.
- 16 vezes, e a quebra ocorre mais na junção entre cabeça e rosca.
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Conceito-chave
Duas propriedades não devem ser confundidas. A rigidez à torção mede quanto o parafuso gira sob determinado torque. Numa haste circular ideal do mesmo material e comprimento, ela acompanha o momento polar da seção, proporcional ao diâmetro elevado à quarta potência. Assim, dobrar 3 para 6 mm multiplica a rigidez teórica por 16.
Ruptura é outra pergunta mecânica. A tensão de cisalhamento para um dado torque depende também da distância até a superfície. Ao considerar a tensão máxima admissível de um eixo maciço, o torque de falha varia com o cubo do diâmetro, não com a quarta potência. Em parafusos, diâmetro externo, diâmetro do núcleo, perfil da rosca, material e desenho da cabeça tornam o cálculo ainda menos direto.
Onde a falha pode ocorrer. O aperto excessivo concentra esforço em mudanças de seção e pode romper a junção entre cabeça e corpo, deixando a parte rosqueada no osso. Pré-furação adequada, uso do macho quando indicado e controle do torque reduzem o risco, sobretudo com parafusos finos em osso denso. A alternativa oficial combina a regra de rigidez apresentada pelo livro com esse local frequente de falha, mas não deve ser usada como fórmula universal de torque de ruptura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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