Estudos com carbono-14 mostraram que o núcleo do tendão humano cresce até cerca de
- 12 anos.
- 17 anos.
- 25 anos.
- 35 anos.
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Conceito-chave
Um relógio dentro da matriz. Quando uma proteína estrutural é sintetizada, incorpora o carbono disponível naquele momento. Os testes nucleares atmosféricos do século XX modificaram de modo conhecido a concentração ambiental de carbono-14. Comparar esse sinal com o carbono-14 presente hoje em um tecido permite estimar quando sua matriz foi formada, método chamado de datação por pulso de carbono-14.
O achado no tendão calcâneo. Pesquisadores mediram o carbono-14 no núcleo de amostras humanas de tendão calcâneo e o compararam à curva atmosférica. O sinal correspondeu principalmente à matriz formada durante o crescimento, aproximadamente nos primeiros 17 anos de vida. No adulto, a renovação do núcleo tendíneo foi extremamente baixa; em contraste, o músculo da mesma investigação mostrou renovação contínua. O número é uma estimativa para aquela região do tendão, não a idade exata em que toda célula tendínea para de trabalhar.
Por que importa. O tendão consegue responder a carga e reparar lesões, mas a matriz central madura não é simplesmente substituída a cada poucos anos. Isso ajuda a entender a persistência de alterações estruturais após dano crônico. Também distingue crescimento do núcleo na adolescência de cicatrização de uma ruptura no adulto, que pode formar tecido novo local sem renovar todo o núcleo preexistente.
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