As imagens a seguir mostram fraturas de tíbia em camundongos aos 7 dias, sem estabilização (A) e estabilizadas (B). O padrão de consolidação em A e em B é, respectivamente:

- endocondral e intramembranoso.
- intramembranoso e endocondral.
- endocondral e endocondral.
- intramembranoso e intramembranoso.
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Conceito-chave
A estabilidade modifica o tecido do calo. Para formar osso diretamente, células osteogênicas precisam de um ambiente com pouca deformação no foco. Quando a fratura se move mais, a cartilagem consegue tolerar parte desse movimento e funciona como etapa intermediária: forma-se um calo cartilaginoso que depois é substituído por osso. Essa sequência é a ossificação endocondral. A formação direta de osso por células mesenquimais diferenciadas em osteoblastos é a ossificação intramembranosa.
A figura compara dois ambientes aos sete dias. Em A, sem estabilização, há um calo volumoso em torno das extremidades e tecido cartilaginoso indicado pela seta. Em B, a fratura estabilizada mostra pouca reação externa e tecido ocupando a fenda sem um grande molde de cartilagem. A imagem ilustra o predomínio endocondral em A e intramembranoso em B. O corte histológico isolado não mede a rigidez da fixação: essa informação vem do desenho do experimento informado no enunciado.
Predomínio não significa exclusividade. Uma fratura com estabilidade relativa pode formar osso diretamente em partes da periferia do calo, enquanto a região de maior deformação passa pela fase cartilaginosa. Uma fratura rigidamente estabilizada tende a produzir pouco calo, mas o tipo exato de consolidação também depende do contato dos fragmentos, da vascularização e do tamanho da fenda. Por isso a distinção da questão é o padrão predominante em cada preparação, não uma proibição absoluta da outra via.
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