No colo femoral osteoporótico, a tomografia quantitativa mostra densidade óssea mais preservada na região
- inferior.
- anterior.
- anterossuperior.
- posterossuperior.
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Conceito-chave
A osteoporose não enfraquece o colo por igual. A densitometria por DXA resume a massa óssea de uma região projetada em duas dimensões. A tomografia quantitativa, ao contrário, permite examinar a distribuição espacial da densidade no colo femoral. Em estudos de fêmures idosos, a porção inferior mantém densidade relativamente maior, enquanto a perda na região superior contribui para a fragilidade do colo. A palavra importante é "relativamente": não significa que o osso inferior esteja normal ou imune à fratura.
Carga habitual e queda. Na marcha, o fêmur proximal recebe cargas repetidas em uma direção habitual. Uma queda lateral sobre o trocânter maior impõe outra direção de carga e pode levar à falha de regiões que perderam massa óssea. Assim, o mapa regional ajuda a entender por que avaliar apenas a densidade média não descreve toda a resistência mecânica do colo.
Como aplicar o achado. A alternativa pede a área mais preservada, não a mais solicitada no impacto nem a área de maior perda. É preciso separar o eixo superior-inferior do eixo anterior-posterior. A densidade e a resistência reais dependem também da geometria, da cortical, das trabéculas e do tipo de carga; o achado tomográfico isolado não substitui a avaliação clínica do risco de fratura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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