No suspensório de pavlik, as tiras anteriores e as tiras posteriores controlam, respectivamente, a
- Abdução e flexão
- Adução e a extensão
- Extensão e a abdução
- Flexão e abdução
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O suspensório de Pavlik mantém uma redução dinâmica do quadril do lactente. Na displasia do desenvolvimento do quadril, a cabeça femoral não permanece centrada adequadamente no acetábulo. O suspensório posiciona o quadril em flexão e permite abdução confortável enquanto o bebê se move, para favorecer redução concêntrica e desenvolvimento acetabular. Não se trata de imobilizar rigidamente as coxas na máxima abertura possível: a abdução deve ocorrer dentro de uma zona segura, sem força excessiva.
Cada par de tiras tem uma tarefa distinta. As tiras anteriores sustentam as pernas e ajustam a flexão do quadril, geralmente em torno de 90 a 110 graus. As posteriores limitam a adução, impedindo que as coxas se fechem demais; assim, permitem a abdução espontânea pela gravidade, sem puxar ativamente as pernas para fora. Essa distinção explica o par da alternativa D: anterior corresponde à flexão; posterior, ao controle da abdução. Um estudo clássico descreveu a redução como primeiro favorecida pela flexão e depois pela abdução obtida com o relaxamento dos adutores.
A segurança depende do ajuste e da reavaliação. Flexão excessiva pode associar-se a neuropraxia femoral, enquanto abdução forçada aumenta o risco de lesão da cabeça femoral. A posição precisa ser conferida clinicamente e por imagem quando indicada, e um quadril que não reduz não deve permanecer indefinidamente no suspensório. O tratamento exige seguimento especializado, pois idade, gravidade da displasia e estabilidade influenciam sua eficácia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo