O tromboembolismo pulmonar é diagnosticado adequadamente, antes do óbito, em menos da metade dos casos.
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Conceito-chave
Por que pode passar despercebido. O tromboembolismo pulmonar pode causar dispneia, dor torácica, taquicardia ou síncope, sintomas que se confundem com outras doenças em pacientes hospitalizados. Alguns casos fatais foram reconhecidos somente na autópsia, especialmente em séries históricas e em pessoas com doença pulmonar ou cardíaca concomitante.
O número depende do cenário. Em uma série de autópsias de 1973 a 1977, apenas 16 de 54 embolias pulmonares maiores tiveram diagnóstico correto antes da morte, cerca de 30%. Outra série encontrou 45% de reconhecimento premortem em casos fatais. Essas amostras não representam todos os pacientes com suspeita de embolia, nem fixam uma taxa imutável para a prática atual.
Abordagem diagnóstica. A suspeita clínica deve ser estimada de modo estruturado. Conforme probabilidade e estabilidade, utiliza-se dímero D para exclusão em grupos apropriados e angiotomografia pulmonar ou outro exame de imagem para confirmação. O dado histórico reforça a necessidade de pensar no diagnóstico, não de presumir que todo caso será perdido.
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