O diclofenaco apresenta toxicidade renal, gastrointestinal e hepática inferior à aspirina.
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Conceito-chave
Diclofenaco e aspirina são anti-inflamatórios não esteroidais. Ambos interferem na síntese de prostaglandinas, com efeitos sobre mucosa digestiva, circulação renal e outros sistemas. A toxicidade depende de dose, duração, idade, comorbidades, hidratação e medicamentos associados. Não existe uma hierarquia única válida simultaneamente para rim, trato gastrointestinal e fígado.
Os riscos não andam sempre juntos. Em algumas comparações de curto prazo e doses específicas, a aspirina causou mais lesão gastroduodenal que o diclofenaco. Isso não elimina o risco de úlcera e sangramento do diclofenaco. Ele também pode provocar lesão renal por redução das prostaglandinas renais e tem advertência própria para elevação de enzimas e hepatotoxicidade, inclusive grave.
A frase absoluta é a armadilha. Dizer que o diclofenaco é menos tóxico que a aspirina nos três órgãos extrapola resultados obtidos em condições particulares. Na prática, a escolha exige avaliar o risco individual, evitar uso simultâneo desnecessário de anti-inflamatórios e empregar a menor dose eficaz pelo menor tempo apropriado.
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