O avanço distal do sinal de TINEL é observado nas lesões de nervos periféricos classificadas por SUNDERLAND como dos tipos
- 1 e 2.
- 2 e 3.
- 3 e 4.
- 4 e 5.
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Conceito-chave
O sinal de Tinel é obtido batendo levemente com o dedo sobre o trajeto de um nervo. Quando o nervo está se regenerando, as fibras nervosas novas, ainda sem a capa protetora completa, são sensíveis, e a percussão provoca formigamento ou choque. Se, ao longo das semanas, o ponto em que o Tinel aparece avança para baixo, é sinal de que as fibras estão crescendo.
Sunderland classificou as lesões de nervo em cinco graus, conforme as camadas lesadas:
Grau 1 (neuropraxia): o nervo só "atordoou", sem lesão das fibras. Não há regeneração, e o Tinel não avança. A recuperação é rápida.
Grau 2: as fibras (axônios) se rompem, mas o tubo que as envolve (endoneuro) fica intacto. As fibras novas crescem guiadas por esse tubo, o Tinel avança, e a recuperação costuma ser completa.
Grau 3: o endoneuro também se rompe, mas a camada que agrupa os feixes (perineuro) fica intacta. As fibras crescem com alguma desorganização, o Tinel avança, mas a recuperação é parcial.
Grau 4: só a capa externa (epineuro) fica intacta. Forma-se um nódulo de cicatriz (neuroma) que bloqueia o crescimento, e o Tinel não avança.
Grau 5: o nervo é completamente cortado, e o Tinel também não avança.
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