Paciente do sexo feminino, 15 anos de idade, portadora de displasia fibrosa, sofreu fratura da tíbia esquerda que evoluiu com retarde de consolidação. A paciente foi operada e o foco da fratura recebeu enxertia óssea, sendo a mãe a doadora. Nesse caso, foi realizado um
- xenoenxerto.
- homoenxerto.
- heteroenxerto.
- enxerto autólogo.
- enxerto autógeno.
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Conceito-chave
Os enxertos ósseos recebem nomes de acordo com a relação entre quem doa e quem recebe:
Autoenxerto (também chamado de enxerto autólogo ou autógeno): o osso vem do próprio paciente, por exemplo da crista ilíaca.
Isoenxerto: o osso vem de um gêmeo idêntico, geneticamente igual.
Homoenxerto, também chamado de aloenxerto: o osso vem de outra pessoa, da mesma espécie. Pode ser de um parente ou de um banco de ossos.
Heteroenxerto, também chamado de xenoenxerto: o osso vem de outra espécie, como o osso bovino processado.
No caso, a paciente recebeu osso doado pela mãe. A mãe é outra pessoa, da mesma espécie: é um homoenxerto. Ser parente próximo não transforma o enxerto em autólogo, que exige que o osso seja da própria paciente.
Um detalhe sobre a doença da paciente: na displasia fibrosa, uma doença em que partes do osso são substituídas por tecido fibroso, o enxerto esponjoso tende a ser reabsorvido e trocado pelo próprio tecido doente. Por isso, costuma-se preferir enxerto cortical, que é reabsorvido mais devagar, junto com fixação dentro do canal do osso.
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