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Questão de Pseudartrose e retardo de consolidação (ENARE R4 Ortopedia 2024)

Conceitos básicosPseudartrose e retardo de consolidaçãoENARE R4 Ortopedia 2024

Paciente do sexo feminino, 15 anos de idade, portadora de displasia fibrosa, sofreu fratura da tíbia esquerda que evoluiu com retarde de consolidação. A paciente foi operada e o foco da fratura recebeu enxertia óssea, sendo a mãe a doadora. Nesse caso, foi realizado um

  1. xenoenxerto.
  2. homoenxerto.
  3. heteroenxerto.
  4. enxerto autólogo.
  5. enxerto autógeno.
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Gabarito: B · homoenxerto.

Conceito-chave

Os enxertos ósseos recebem nomes de acordo com a relação entre quem doa e quem recebe:

Autoenxerto (também chamado de enxerto autólogo ou autógeno): o osso vem do próprio paciente, por exemplo da crista ilíaca.

Isoenxerto: o osso vem de um gêmeo idêntico, geneticamente igual.

Homoenxerto, também chamado de aloenxerto: o osso vem de outra pessoa, da mesma espécie. Pode ser de um parente ou de um banco de ossos.

Heteroenxerto, também chamado de xenoenxerto: o osso vem de outra espécie, como o osso bovino processado.

No caso, a paciente recebeu osso doado pela mãe. A mãe é outra pessoa, da mesma espécie: é um homoenxerto. Ser parente próximo não transforma o enxerto em autólogo, que exige que o osso seja da própria paciente.

Um detalhe sobre a doença da paciente: na displasia fibrosa, uma doença em que partes do osso são substituídas por tecido fibroso, o enxerto esponjoso tende a ser reabsorvido e trocado pelo próprio tecido doente. Por isso, costuma-se preferir enxerto cortical, que é reabsorvido mais devagar, junto com fixação dentro do canal do osso.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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