Uma revisão sistemática tem seu nível de evidência ranqueado segundo:
- a quantidade de metanálises analisadas.
- o grau de heterogeneidade da metanálise.
- a quantidade de estudos de coorte analisados.
- o nível de evidência dos estudos que a compõem.
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Conceito-chave
Uma revisão sistemática é um estudo que reúne, de forma organizada e com critérios definidos antes, todos os estudos publicados sobre uma pergunta. Ela sintetiza o que já existe, mas não cria evidência nova. Por isso, o seu nível de evidência depende do nível dos estudos que ela inclui:
Uma revisão de ensaios clínicos randomizados bem feitos (estudos em que os pacientes são sorteados para receber um tratamento ou outro) é nível I.
Uma revisão de estudos de coorte (que acompanham grupos ao longo do tempo) é nível II.
Uma revisão de estudos de caso-controle é nível III.
Uma revisão de séries de casos não vira nível I só por ser "sistemática".
Alguns conceitos que aparecem nas alternativas:
A metanálise é a combinação estatística dos resultados dos estudos incluídos numa revisão, quando eles são parecidos o bastante para isso. Nem toda revisão sistemática tem metanálise, e ela pode ser nível I mesmo sem ela.
A heterogeneidade é o quanto os resultados dos estudos diferem entre si. Ela afeta a confiança no resultado combinado, mas não define o nível de evidência.
A pergunta essencial ao ler uma revisão é: quais estudos entraram aqui?
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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