No processo de consolidação óssea, o tabagismo tem relevância, pois a nicotina:
- Diminui a diferenciação dos tecidos e interfere diretamente na função dos osteoblastos.
- Aumenta a diferenciação dos tecidos e interfere diretamente na função dos osteoblastos.
- Diminui a diferenciação dos tecidos e interfere diretamente na função dos condrócitos.
- Aumenta a diferenciação dos tecidos e interfere diretamente na função dos condrócitos.
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Conceito-chave
O tabagismo é um dos fatores que mais atrapalham a consolidação das fraturas, e ele age por vários caminhos ao mesmo tempo:
A nicotina contrai os vasos sanguíneos e diminui o sangue que chega ao foco da fratura.
O monóxido de carbono do cigarro se liga à hemoglobina e reduz o oxigênio levado aos tecidos.
E a nicotina age diretamente nas células. Ela diminui a diferenciação das células imaturas (mesenquimais) em células de cartilagem e de osso, atrapalhando a passagem do calo mole (cartilaginoso) para o calo duro (de osso). E ela interfere diretamente na função dos osteoblastos, as células que formam osso, reduzindo sua multiplicação e a produção de matriz.
O resultado clínico é conhecido: o fumante consolida mais devagar, tem mais pseudartrose (sobretudo na tíbia, no escafoide e nas cirurgias de artrodese) e mais infecção de ferida.
Do ponto de vista prático, é o fator de risco modificável mais consistente. Parar de fumar ajuda, mesmo depois que a fratura já aconteceu.
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