Na cicatrização óssea, utilizando o mecanismo do tutor, as fraturas consolidam mediante
- formação do calo ósseo.
- crescimento do ósteon.
- princípio da estabilização absoluta.
- princípio direto ou primário de consolidação.
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Conceito-chave
Os implantes podem estabilizar uma fratura de diferentes maneiras, chamadas de mecanismos: compressão, banda de tensão, suporte, ponte e tutor (do inglês *splint*).
O tutor é o mecanismo da haste intramedular e do fixador externo. Eles alinham e sustentam a fratura como uma tala, mas não eliminam todo o movimento entre os fragmentos. Permitem um pequeno movimento controlado. Isso é chamado de estabilidade relativa.
Com estabilidade relativa, o osso consolida da forma secundária, ou seja, formando calo. As etapas são:
Forma-se um hematoma e começa a inflamação.
Surge o calo mole, feito de cartilagem e tecido fibroso, que une os fragmentos de forma ainda flexível.
O calo mole é substituído por osso, formando o calo duro (ossificação endocondral).
Com o tempo, o calo é remodelado e o osso volta à forma original.
O oposto é a consolidação direta ou primária: quando os fragmentos estão perfeitamente encaixados e comprimidos, sem nenhum movimento (estabilidade absoluta), células especializadas atravessam o traço de fratura formando novos ósteons, sem calo. O tutor não oferece essa condição.
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