No tratamento cirúrgico da pseudartrose atrófica com encurtamento, pelo método de ILIZAROV, é realizada
- distração com corticotomia diafisária e alongamento único.
- compressão com corticotomia diafisária e alongamento único.
- distração com corticotomia metafisária e alongamento gradual.
- compressão com corticotomia metafisária e alongamento gradual.
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Conceito-chave
Esta questão combina dois problemas: uma pseudartrose atrófica (fratura que não consolidou, com pontas de osso sem vida e sem calo) e um encurtamento do membro. O método de Ilizarov, com fixador externo circular, resolve os dois ao mesmo tempo, mas com forças opostas em lugares diferentes.
No foco da pseudartrose: compressão. Nas pontas atróficas, comprimir uma contra a outra estimula a biologia e fecha o espaço entre elas, permitindo a consolidação. Isso encurta um pouco mais o membro, mas resolve a pseudartrose.
Em outro ponto do osso: alongamento. O cirurgião faz uma corticotomia (um corte da cortical, preservando o máximo possível do sangue do osso) na metáfise, a parte larga e esponjosa perto da articulação. Ali o osso é bem irrigado e forma osso novo com facilidade. Depois de uma espera de cerca de uma semana, o fixador afasta as pontas aos poucos, gradualmente, cerca de 1 mm por dia dividido em quatro vezes. O osso novo preenche o espaço, e o comprimento é recuperado.
Essa técnica, com compressão num nível e alongamento em outro, é chamada bifocal.
Na pseudartrose hipertrófica (pontas vivas, com muito calo), Ilizarov às vezes usava o oposto: distração lenta no próprio foco, que estimula o tecido a virar osso.
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