A lesão muscular por estiramento ocorre com maior frequência nos músculos
- biarticulares e por contração excêntrica.
- uniarticulares e por contração excêntrica.
- biarticulares e por contração concêntrica.
- uniarticulares e por contração concêntrica.
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Conceito-chave
A lesão muscular por estiramento, a popular distensão, tem dois fatores de risco principais:
Músculo biarticular. Músculos que cruzam duas articulações, como o reto femoral (quadril e joelho), os isquiotibiais (quadril e joelho) e o gastrocnêmio (joelho e tornozelo), podem ser esticados nas duas pontas ao mesmo tempo e chegam ao limite mais facilmente.
Contração excêntrica. É quando o músculo faz força enquanto está sendo alongado, funcionando como um freio. É diferente da contração concêntrica, em que o músculo encurta enquanto faz força (como ao levantar um peso). Na excêntrica, o músculo suporta forças maiores e é aí que ele rompe.
Por isso, as lesões acontecem nos momentos de desaceleração, e não de impulso: no fim da passada da corrida, quando os isquiotibiais freiam a perna que vai para a frente; na aterrissagem de um salto; ou no chute, quando o reto femoral freia o movimento.
O local mais comum da ruptura é a junção miotendínea, a transição entre o músculo e o tendão.
Hoje, classificações como a britânica (*British Athletics*) graduam a lesão e indicam se ela atinge a fáscia, a junção ou o tendão dentro do músculo. Lesões que atingem o tendão demoram mais para recuperar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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