Na trombose venosa profunda, quando o paciente apresenta sangramento devido ao uso da enoxaparina profilática, o antídoto a ser usado é
- o fator VIIa.
- a protamina.
- a vitamina K.
- o ácido tranexâmico.
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Conceito-chave
Cada anticoagulante tem seu antídoto, e as provas gostam de cobrar esses pares:
Heparina não fracionada (a heparina comum, usada na veia): protamina, que a neutraliza por completo.
Heparinas de baixo peso molecular, como a enoxaparina: também protamina, mas com reversão parcial.
Varfarina: vitamina K, associada a concentrado de complexo protrombínico (ou plasma) quando é preciso reverter rápido.
Dabigatrana: idarucizumabe.
Rivaroxabana e apixabana: andexanet alfa ou concentrado de complexo protrombínico.
A ressalva da enoxaparina: ela age bloqueando dois alvos da coagulação, o fator IIa (trombina) e, principalmente, o fator Xa. A protamina neutraliza bem a ação sobre o IIa, mas só parte da ação sobre o Xa. Mesmo assim, é o antídoto recomendado para sangramento com enoxaparina.
A protamina exige cuidado: pode baixar a pressão e causar reações alérgicas graves, mais comuns em quem já usou insulina NPH (que contém protamina) ou tem alergia a peixe.
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