A infecção pós-osteossíntese do tipo precoce, geralmente é causada por staphylococcus
- aureus e streptococcus sp.
- aureus e bacilos gram negativos.
- coagulase-negativo e streptococcus sp.
- coagulase-negativo e bacilos gram negativos.
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Conceito-chave
Quando uma osteossíntese (placa, haste, parafusos) infecciona, o tempo entre a cirurgia e o início da infecção ajuda a prever o germe e a escolher o tratamento. A classificação de Willenegger e Roth divide em:
Precoce: até 2 semanas após a cirurgia.
Retardada: entre 3 e 10 semanas.
Tardia: depois de 10 semanas.
Na infecção precoce, a contaminação acontece durante a cirurgia ou pela ferida, e os germes são virulentos, capazes de causar infecção rapidamente. Os mais comuns são o *Staphylococcus aureus* e os bacilos gram-negativos (bactérias como *Pseudomonas*, *Enterobacter* e *E. coli*, frequentes em fraturas expostas e em ambiente hospitalar).
Nas infecções tardias, predominam germes de baixa virulência, que demoram para dar sintomas, como os estafilococos coagulase-negativos (por exemplo, *Staphylococcus epidermidis*, da pele) e o *Cutibacterium acnes*.
O tempo também muda o tratamento. Na infecção precoce, o biofilme (a camada protetora que as bactérias formam sobre o metal) ainda está imaturo. Por isso, se o implante estiver firme, pode-se fazer limpeza cirúrgica e antibiótico mantendo o implante até a fratura consolidar. Na infecção tardia, o biofilme está maduro, e geralmente é preciso retirar o implante.
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