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Questão de Amputações e próteses (TARO 2016)

Conceitos básicosAmputações e prótesesTARO 2016

Na amputação por vasculopatia periferica, a complicação mais comum é a

  1. dor
  2. infecção
  3. necrose da pele
  4. contratura do coto
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Gabarito: B · infecção

Conceito-chave

A amputação por doença vascular periférica (entupimento das artérias das pernas) acontece num terreno muito desfavorável. O membro tem pouca circulação, e o paciente quase sempre tem outras doenças: diabetes, tabagismo, insuficiência renal, desnutrição. Além disso, muitas vezes a amputação é indicada justamente por uma úlcera ou gangrena já infectada.

Nesse cenário, a complicação mais comum depois da cirurgia é a infecção da ferida do coto. Ela anda junto com a necrose das bordas da pele e a dificuldade de cicatrização, porque a ferida de um coto com pouco sangue tem dificuldade para se defender e fechar.

Algumas medidas reduzem esse risco:

Escolher o nível da amputação pela circulação, e não só pela vontade de preservar o maior comprimento possível. A avaliação clínica e exames que medem a pressão e a oxigenação da pele ajudam a escolher um nível que vá cicatrizar.

Quando há infecção ativa, fazer a amputação em dois tempos: primeiro uma amputação rápida para retirar a infecção (amputação em guilhotina) e, depois que a infecção está controlada, o fechamento definitivo.

Controlar o açúcar no sangue e a nutrição, e manusear os retalhos de pele com delicadeza, sem fechar sob tensão.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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