Na fratura em explosão toracolombar, o achado que mais alerta para lesão traumática da dura-máter com raízes encarceradas é a fratura
- do processo transverso.
- do pedículo.
- horizontal do processo espinhoso.
- vertical (longitudinal) da lâmina.
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Conceito-chave
O fragmento da parede posterior pode entrar no canal numa explosão, mas o achado particularmente ligado ao encarceramento de raízes e à lesão da dura é posterior: a lâmina partida longitudinalmente. Ela pode abrir no impacto e aprisionar tecidos ao retornar.
A relação é mecânica, não apenas estatística. A fenda longitudinal oferece um local de captura da dura e das raízes; por isso seu desvio aumenta a preocupação. O resumo descreve laceração dural dorsal, com bordas que se retraem anteriormente. Reconhecer o sinal ajuda a antecipar o que pode ser encontrado na exposição do canal (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A lâmina vertical e a dura-máter”).
Já o traço horizontal do processo espinhoso pode indicar uma banda posterior que falhou em tensão. São direções e perguntas diferentes. O resumo da Biblioteca coloca o sinal dural ao lado da descrição da explosão para facilitar essa distinção.
Por que esta questão foi criada. A associação entre lâmina vertical e lesão dural foi cobrada no TARO 2020 e no TEOT 2021; o simulado explicita o encarceramento para ensinar a razão do sinal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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