Na cifose de SCHEUERMANN do tipo torácico, o ápice varia entre as vértebras
- T3-T5.
- T3 – T6.
- T7 – T9.
- T7- T10.
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Conceito-chave
A doença de Scheuermann tem duas formas, e o que as separa é justamente onde fica o ápice, o ponto mais saliente da curva.
A forma torácica, a clássica e mais comum, tem ápice entre T7 e T9. É o adolescente com uma corcunda arredondada no meio das costas, rígida, que não desaparece quando ele tenta se endireitar. Abaixo dela a lombar compensa com mais lordose, e acima o pescoço se projeta para a frente. A queixa principal costuma ser estética, com dor leve a moderada.
A forma toracolombar tem ápice mais baixo, entre T10 e L2. A deformidade é menos visível, mas dói mais, e ela aparece mais em quem carrega peso ou pratica esportes de impacto, como se a carga axial repetida castigasse as placas de crescimento da transição.
Em qualquer das duas, o diagnóstico radiográfico segue Sörensen: três vértebras vizinhas acunhadas em 5 graus ou mais no ápice, acompanhadas de nódulos de Schmorl (o disco que penetrou no osso), placas terminais irregulares e discos mais baixos.
Saber a localização ajuda até no tratamento: um ápice torácico alto pede o colete de Milwaukee, com anel no pescoço, porque coletes mais curtos não alcançam a curva.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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