Na síndrome compartimental aguda, o principal fator de risco e a lesão precipitante mais comum são, respectivamente,
- idade jovem; fratura do rádio distal.
- idade jovem; fratura diafisária da tíbia.
- idade acima de 55 anos; fratura do rádio distal.
- idade acima de 55 anos; fratura diafisária da tíbia.
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Conceito-chave
Juventude é o fator de risco mais importante, e a diáfise tibial é a principal origem de casos na distribuição geral. O jovem tem maior volume muscular em um continente de tamanho fixo e, portanto, menos espaço para acomodar edema. No idoso, sarcopenia pode dar maior margem de volume; isso explica uma tendência populacional, sem excluir risco individual.
A tabela do resumo atribui cerca de 36% dos casos à fratura diafisária da tíbia. Rádio distal aparece em 9,8%, mas somente cerca de 0,25% de suas fraturas cursam com síndrome. Esses números têm denominadores diferentes: um descreve de onde vieram os casos e o outro mede risco dentro de um tipo de fratura.
Pacientes sem fratura constituem uma exceção importante: podem ser mais velhos, com comorbidades e anticoagulação. Também há risco alto em certas fraturas do planalto. Nenhuma dessas ressalvas muda o par pedido na síntese geral, mas elas impedem usar idade ou localização como motivo para descartar o diagnóstico.
Leia “Quem tem síndrome compartimental”, na Biblioteca. Compare população de risco, distribuição dos casos e incidência por fratura, mantendo cada dado na pergunta que ele responde.
Por que esta questão foi criada. Combina a fratura cobrada no TARO 2013 com a associação de sexo e idade discutida nas provas, sem confundir diferentes denominadores epidemiológicos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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