Após osteossíntese do úmero distal, a pseudartrose ocorre mais frequentemente no nível
- troclear.
- capitellar.
- supracondiliano.
- do corte da osteotomia olecraniana.
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Conceito-chave
A superfície pode consolidar enquanto a ligação à diáfise falha. O capítulo descreve pseudartrose depois da fixação do úmero distal como uma complicação que costuma ocorrer no nível supracondiliano e raramente é intra-articular. A página 69 relaciona o problema principalmente a fixação inadequada, com outros fatores como pouco osso distal para parafusos, cominuição extensa e osteopenia importante. A questão pede o local mais frequente da falha, não um número de uma série isolada nem a causa única em todo paciente.
Nas fraturas articulares completas, existem etapas distintas de reconstrução. Primeiro, restaura-se a superfície e a relação entre os fragmentos articulares. Depois, o bloco reconstruído é ligado à diáfise pelas colunas e pelas placas. A união entre o bloco distal e o úmero proximal precisa ser estável. Mesmo uma redução articular satisfatória não resolve falta de contato, perda óssea ou montagem insuficiente no nível supracondiliano. Essa arquitetura ajuda a compreender por que o local de pseudartrose não é obrigatoriamente a linha que atravessou a cartilagem.
Sintoma e imagem orientam a investigação da falha. Pacientes podem apresentar dor, rigidez e limitação funcional. Se ocorre perda de fixação, pode haver movimento anormal no foco. A página 72 recomenda investigar a causa, revisar as radiografias iniciais e pós-operatórias em sequência e realizar triagem para infecção. A avaliação não deve assumir que toda falha é apenas mecânica, nem interpretar rigidez como prova de consolidação. A tomografia pode ajudar a conhecer a quantidade e a qualidade do osso remanescente quando se planeja nova operação.
O capítulo apresenta revisão de redução e fixação como opção de escolha em pacientes saudáveis e ativos. Os objetivos incluem redução articular anatômica, fixação bicolunar rígida e estímulo à consolidação com enxerto autólogo. Pode ser preciso liberar cápsula anterior e posterior por rigidez e tratar o ulnar com neurólise e transposição. A cirurgia é tecnicamente difícil por cicatriz, anatomia alterada, material antigo e osso de qualidade comprometida. Essas condições exigem planejamento, não apenas substituir uma placa por outra semelhante.
Preservar a articulação depende de reconstrução viável. Se a perda óssea é extensa ou há artrose pós-traumática que impede revisão útil, o capítulo considera artroplastia total uma alternativa confiável. O acesso deve levar em conta se existe osteotomia olecraniana prévia consolidada ou não. Uma osteotomia não consolidada pode ser usada para exposição e precisa receber tratamento próprio depois da prótese. O cenário difere de um jovem ativo com segmento articular preservável, em quem revisão de fixação permanece prioritária.
A pseudartrose da osteotomia olecraniana é outra complicação. Ela pertence ao corte feito na ulna para exposição e não à fratura do úmero distal em si. A página 73 descreve sua investigação e revisão com fixação e enxerto quando apropriado. Confundir essas duas falhas altera a localização e o alvo do tratamento. O enunciado especifica pseudartrose após osteossíntese do úmero distal; não informa uma osteotomia que deixou de consolidar.
Capitelo e tróclea podem apresentar complicações após lesões articulares parciais, mas o capítulo afirma que pseudartroses das fraturas distais como conjunto são raramente intra-articulares. O item complementar TECOC do acervo cobrou justamente o nível supracondiliano. No recorte Ortopedia, essa é uma lacuna com formato de principal localização, bem alinhada à preferência da banca por a mais frequente.
Prevenir a falha envolve ligação estável do bloco articular à diáfise, atenção à quantidade de osso distal e estratégia para perda óssea. O capítulo apresenta compressão supracondiliana, encurtamento selecionado e enxerto conforme o padrão. A resposta topográfica ajuda a organizar esse raciocínio, sem dispensar investigação infecciosa e avaliação individual da reconstruibilidade.
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