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Questão de Fraturas da coluna toracolombar (Ortopedia)

Trauma adultoFraturas da coluna toracolombarOrtopedia

Fratura da Coluna Toracolombosacra Neoplasias No diagnóstico diferencial da fratura por insuficiência benigna da coluna com a fratura metastática, uma alteração na ressonância magnética que evidencia a favor da benigna é a presença de

  1. morfologia convexa da margem posterior do corpo vertebral.
  2. sinal do líquido, material com sinal hiperintenso, permeando o foco de fratura.
  3. sinal mais baixo que o sinal do músculo nas sequências ponderadas em T1 na medular óssea dos pedículos.
  4. sinal mais baixo que o sinal do músculo nas sequências ponderadas em T1 na medular óssea dos elementos do arco posterior.
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Gabarito: B · sinal do líquido, material com sinal hiperintenso, permeando o foco de fratura.

Conceito-chave

Uma pergunta frequente. Em idosos, uma fratura vertebral por compressão pode ser osteoporótica (benigna) ou metastática (patológica). A ressonância tem sinais que ajudam, embora nenhum isolado seja definitivo; às vezes é preciso biópsia.

Sinais a favor de fratura benigna. O sinal do líquido (fluid sign): uma faixa ou área de sinal hiperintenso, semelhante a líquido, em T2 ou STIR, junto ao traço de fratura, geralmente logo abaixo da placa terminal, correspondendo a necrose e osteonecrose com líquido. Preservação do sinal normal da medula em parte do corpo (edema em faixa, paralelo à placa). Margem posterior do corpo côncava ou reta, com fragmento retropulsado ósseo. Ausência de lesões em outras vértebras e de massa de partes moles. Fenômeno do vácuo (gás) na radiografia ou tomografia.

Sinais a favor de fratura metastática. Margem posterior convexa, abaulada para o canal, pela massa tumoral. Substituição completa do sinal da medula, com sinal baixo em T1 (mais baixo que o músculo ou o disco) em todo o corpo. Envolvimento dos pedículos e dos elementos posteriores. Massa de partes moles epidural ou paravertebral. Lesões em outras vértebras. Realce difuso após contraste. Na difusão, as metástases restringem mais.

Como lidar. Paciente com história de câncer, dor noturna, perda de peso ou fratura acima de T5 (as osteoporóticas são mais comuns na transição toracolombar e na torácica média-baixa) merece investigação dirigida. Na dúvida, biópsia, que pode ser feita durante a vertebroplastia ou cifoplastia.

Na prova: a favor de fratura benigna: sinal do líquido em T2 e margem posterior côncava; a favor de metástase: margem posterior convexa, T1 baixo nos pedículos e arco posterior, massa epidural.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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