Na fratura toracolombar do adulto, segundo a classificação AOSPINE, o critério radiográfico que diferencia as fraturas A1 e A2 das A3 e A4 é a
- fratura da parede posterior.
- fratura de um platô vertebral.
- fratura dos dois platôs vertebrais.
- lesão do complexo ligamentar posterior.
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Conceito-chave
A primeira pergunta para separar os subtipos compressivos da AO Spine é: a parede posterior do corpo vertebral está fraturada? Se não, o padrão pode ser A1 ou A2. Se sim, há componente de explosão, A3 ou A4.
Depois vem a segunda pergunta: quantos platôs estão envolvidos? A1 atinge um platô sem parede posterior; A2 atinge dois sem parede posterior. A3 envolve um platô e a parede posterior; A4, os dois platôs e a parede posterior. Por isso a quantidade de platôs separa subtipos dentro dos pares, mas não separa os pares da questão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A AO Spine revisada”).
O mecanismo também ajuda: na explosão, corpo e parede posterior falham em compressão e pode haver retropulsão para o canal. Lesão da banda de tensão é outro componente, tipo B; translação ou luxação caracteriza C. Se esses componentes coexistem, devem ser descritos, sem substituir a análise da fratura do corpo.
Compare os quatro tipos A no quadro do resumo da Biblioteca. A sequência “parede posterior, depois platôs” evita decorar quatro definições desconectadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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