O uso de dispositivo cefalomedular é indicado nos casos de fraturas ipsilaterais associadas do fêmur dos tipos AO
- 32A3 e 31B1.2.
- 32A3 e 31B2.2.
- 33A2 e 31B1.2.
- 33A2 e 31B2.2.
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Conceito-chave
Na fratura da diáfise do fêmur com fratura do colo do mesmo lado, a prioridade é o colo, pelo risco de necrose e pseudartrose. A escolha do implante depende do tipo de cada fratura na classificação AO:
31: fêmur proximal; 31B é o colo; na questão, o 31B1 representa a fratura do colo sem desvio importante, e o 31B2, a fratura desviada;
32: diáfise; 32A é o traço simples (A3 transverso);
33: fêmur distal.
Quando usar um único dispositivo cefalomedular: diáfise simples (32A) com colo sem desvio importante (31B1): uma haste com parafusos no colo trata as duas fraturas.
Quando não usar: com o colo desviado (31B2, 31B3), a redução e a fixação do colo vêm primeiro, com implante próprio (parafusos ou DHS); a diáfise recebe haste retrógrada ou placa.
As alternativas com 33A2: falam de fratura do fêmur distal, não da diáfise.
Na prova: o dispositivo cefalomedular é indicado nas fraturas 32A3 e 31B1.2.
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